O avião se inclina sobre a costa e, de repente, lá está: o azul profundo do Egeu, as colinas secas da Ática e, ao fundo, a mancha branca de Atenas espremida contra as montanhas. O aeroporto é moderno, amplo e fácil de navegar — você passa pela imigração (a fila é rápida para quem vem de dentro da União Europeia e um pouco mais lenta para outros passaportes), pega a bagagem e sai num saguão cheio de luz, com caixas eletrônicos, lojas de chip de celular e cafés onde se toma o primeiro café grego da viagem.
Antes de sair, resolva três coisas: saque euros em notas pequenas (as tavernas de bairro agradecem), decida se vai de metrô, de ônibus expresso ou de táxi, e salve no celular o endereço exato do hotel. As saídas para o metrô e para os ônibus ficam do lado direito do prédio de desembarque, e é um prazer ver a cidade se aproximando pela janela: primeiro os subúrbios, depois os muros cobertos de buganvílias e, por fim, as estações do centro.